Todo mundo sonha em ser alguém na vida. Alguns têm mais habilidade com os números, outros já gostam de mexer com o que move a vida de cada ser, boa parte busca respostas para as suas perguntas, tem aqueles que vivem relembrando o passado e procurando nele explicações para o que acontece hoje em dia. Alguns gostam de cantar, outros de tocar. Para uns, visitar outros lugares é tão gratificante que tornam isso uma profissão, para os mais intelectuais, teorias não valem nada sem uma prova prática. Justiça é o lema de certas pessoas, e o dom de administrar um projeto não falta para a uma grande minoria. Todos têm metas, objetivos e desejos. Cada profissão tem seu lado bom e o lado ruim. Algumas são difíceis e se você não gostar verdadeiramente não consegue seguir até o fim. Por outro, se você pensa em algum dia se tornar independente e marcar a historia, não pode começar desistindo.
No campo de trabalho que eu quero seguir não há vagas para todos. Cada vez o mercado se tornar seletivo. Só os melhores conseguem ‘sobreviver’ a ele. Na maioria das vezes, não desempenhamos os papéis que queríamos na sociedade que vivemos. Se você é criativo, desenrolado, inovador, já sai na frente. Inteligência todos tem. Uns a usam de forma indevida, outros a aproveitam ao máximo. Assim somos divididos. São nossas atitudes durante a infância e adolescência que definem quem vamos ser no futuro e como iremos exercer nossas profissões escolhidas.
Não foi a toa que eu escolhi esse tema. Com a aprovação das cotas e provavelmente do Enem, a entrada nas Universidades Públicas vai ser mais concorrida. Aqueles que estudam no final do ano simplesmente não passam. Não há como. Um ano de estudo, no mínimo, nos faz aptos a entrar aonde queremos. Sou contra as cotas, sim. O governo deveria melhorar a escola pública, a base, e não deixar para botar pessoas pouco preparadas para serem os profissionais do futuro. Muitos deles não conseguem acompanhar os cursos e deixam vagas sobrando em cursos muitas vezes enormemente concorridos como medicina. Quem na área de saúde não daria tudo para entrar na Universidade Federal? A quantidade de pessoas que aproveitariam essa oportunidade é mil vezes maior que o número de vagas que são disponibilizadas por ano.
É por isso que eu me decidi. Hoje fui a UFPB e a vi pela primeira vez. Não sabem a felicidade que eu estava ao entrar naquele lugar. Muitas pessoas que por ali passaram, são bem sucedidas atualmente. Só o estudo fez com que passassem. Elas ralaram para serem os melhores. O número de concorrentes que eu vou ter que ‘vencer’ vai ser grande e não iria ser menor sem as cotas. Começar a estudar a partir do princípio é a chave da sua entrada. Não se esquecer das matérias que mais exigem sua atenção: as matérias que você menos gosta. Se você conseguir entrar de primeira, Parabéns! Se não, continue tentando. Algumas vezes, crescemos ao falhar. Bom, eu espero não falhar. Física (eca!) está me esperando. Quem sabe se um dia eu não aprendo essa coisa?!
P.V.
sábado, abril 17, 2010
ESTUDO
Todo mundo sonha em ser alguém na vida. Alguns têm mais habilidade com os números, outros já gostam de mexer com o que move a vida de cada ser, boa parte busca respostas para as suas perguntas, tem aqueles que vivem relembrando o passado e procurando nele explicações para o que acontece hoje em dia. Alguns gostam de cantar, outros de tocar. Para uns, visitar outros lugares é tão gratificante que tornam isso uma profissão, para os mais intelectuais, teorias não valem nada sem uma prova prática. Justiça é o lema de certas pessoas, e o dom de administrar um projeto não falta para a uma grande minoria. Todos têm metas, objetivos e desejos. Cada profissão tem seu lado bom e o lado ruim. Algumas são difíceis e se você não gostar verdadeiramente não consegue seguir até o fim. Por outro, se você pensa em algum dia se tornar independente e marcar a historia, não pode começar desistindo.
No campo de trabalho que eu quero seguir não há vagas para todos. Cada vez o mercado se tornar seletivo. Só os melhores conseguem ‘sobreviver’ a ele. Na maioria das vezes, não desempenhamos os papéis que queríamos na sociedade que vivemos. Se você é criativo, desenrolado, inovador, já sai na frente. Inteligência todos tem. Uns a usam de forma indevida, outros a aproveitam ao máximo. Assim somos divididos. São nossas atitudes durante a infância e adolescência que definem quem vamos ser no futuro e como iremos exercer nossas profissões escolhidas.
Não foi a toa que eu escolhi esse tema. Com a aprovação das cotas e provavelmente do Enem, a entrada nas Universidades Públicas vai ser mais concorrida. Aqueles que estudam no final do ano simplesmente não passam. Não há como. Um ano de estudo, no mínimo, nos faz aptos a entrar aonde queremos. Sou contra as cotas, sim. O governo deveria melhorar a escola pública, a base, e não deixar para botar pessoas pouco preparadas para serem os profissionais do futuro. Muitos deles não conseguem acompanhar os cursos e deixam vagas sobrando em cursos muitas vezes enormemente concorridos como medicina. Quem na área de saúde não daria tudo para entrar na Universidade Federal? A quantidade de pessoas que aproveitariam essa oportunidade é mil vezes maior que o número de vagas que são disponibilizadas por ano.
É por isso que eu me decidi. Hoje fui a UFPB e a vi pela primeira vez. Não sabem a felicidade que eu estava ao entrar naquele lugar. Muitas pessoas que por ali passaram, são bem sucedidas atualmente. Só o estudo fez com que passassem. Elas ralaram para serem os melhores. O número de concorrentes que eu vou ter que ‘vencer’ vai ser grande e não iria ser menor sem as cotas. Começar a estudar a partir do princípio é a chave da sua entrada. Não se esquecer das matérias que mais exigem sua atenção: as matérias que você menos gosta. Se você conseguir entrar de primeira, Parabéns! Se não, continue tentando. Algumas vezes, crescemos ao falhar. Bom, eu espero não falhar. Física (eca!) está me esperando. Quem sabe se um dia eu não aprendo essa coisa?!
P.V.
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