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sábado, junho 19, 2010

POEMA 2

Tangi A beira da estrada escura Cantava o grilo gago Brilhante como o carvão incandescente Perdia o incrível afago. Mimosa e singela a rua do meio Sinuosa como rastro da Lua Perante os transeuntes do vilarejo O sorriso tímido de uma rudez crua. O vento nas esquinas sentia O mistério do ambiente amado Feito cria que sempre lembra Da sua origem e do seu lugar encantado Cantai a dor da saudade infinita Cantai o encanto do ausente Perante o Sol do dia A foto traz a sua imagem presente Assinado por Catabi.

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