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domingo, maio 02, 2010

ARTES

Recentemente, assisti ao filme: Alice no País das Maravilhas. Infelizmente, não consegui comprar a entrada para 3D; cheguei apenas três horas antes da última sessão. Fiquei impressionada com a qualidade dos efeitos especiais e a representação dos atores, de fato; porém, o que mais chamou minha atenção foi o mundo paralelo que o diretor criou. Rosas falantes, coelhos problemáticos jogadores de xícaras e gatos flutuantes, ora sorrindo, ora sumindo, são pontos fortes dessa adorável estória. Como se ficou conhecido por todos, artistas sejam quais forem os ramos têm seu lado imaginário mais desenvolvido. Podem observar criaturas de modo mais emocional que racional, criar romances, inventar artefatos, dramatizar e desenhar pessoas dependendo de seu ponto forte como uma admirável inteligência ou por seu ponto fraco como, talvez, um nariz protuberante. Sem ofensas, Luciano Hulk. Esse sexto sentido transpassar o físico, metaforicamente falando, claro. O que vemos hoje em nosso dia a dia foram, antes de tudo, ideias surgidas da cabeça de alguém de pensamento avançado à sua época. Afirmando isso, não me restrinjo àqueles com visão ‘futurística’, por assim dizer, ao chamá-los de artistas. Todos nós somos. Desde o arquiteto ao projetar um ambiente e o matemático/físico ao solucionar formas diversas de velocidade ou dilatação até o mais simples pintor ao expor seus sentimentos em uma tela 25x30. Cada um de nós é dotado de um tipo de arte. Desvendar algo extraordinário que antes estava somente em nosso mundo paralelo já é por si só um modo de fazer arte. É por isso que digo sempre que a nós foram dados dons variados, somente cabe-nos descobri-los, aprimorá-los e torná-los uteis, não exclusivamente para uso próprio, mas, sim, para toda uma sociedade.
P.V.

Um comentário:

  1. pams, eu AMEI teu blog! muito bom mesmo! visitarei sempre, ta amiga? aushuahsuahu

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